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Vasco S 5A - Escrita (redirected from Vasco S 5D - Escrita)

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     Nas férias (Férias, finalmente, yes!) vou, quase depois das aulas para um Torneio de Futebol, que dura só 10 dias, (acho eu), no Algarve, com a minha equipa.

      Vamos ter jogos todos os dias, vão participar equipas Portuguesas  (claro!) Espanholas e mais algumas de outros países.

     Vou para um Campo de Férias com o meu primo, no Estádio da Luz. Aí, treina-se todos os dias de uma semana, de manhã e à tarde, uma hora ou uma hora e meia; almoça-se na catedral da cerveja. Come-se sempre comida saudável. Ao lanche, come-se pão, fruta e aguinha, o que nunca fez mal a ninguém. Entra-se às 9h e sai-se às 18h.No fim da semana, sexta à tarde, há um jogo, para o qual nos preparamos durante toda a semana.

     Uma das duas vezes que eu fui, no treino de 6ª de manhã, fiz um entorse no tornozelo, mas não disse nada a ninguém. Não conseguia correr, mas lá me esforcei no jogo; não corria três segundos, doía-me logo o pé.  No jogo final, joquei no centro, para não correr tanto; marquei um grande golo e joguei bastante bem. Estive duas semanas a pôr anti-inflamatório.

     Depois, vamos para a Praia Grande durante uma semana, vamos ficar no Hotel Arribas, que tem uma piscina de 100m. O meu Pai já me prometeu que vamos a um Parque Aquático.

    Nas férias, posso aproveitar para andar de bicicleta, jogar futebol, ouvir música, com  todo o tempo do mundo. Vai saber tão bem!

 Vasco S 5A

 

 

O 5º Ano e a Velocidade da Vida

 

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     Acho que, a níveis comportamentais, os professores são mais controladores dentro da sala de aula.

      No 4º ano, eu, durante as aulas, ia meter umas aparas de lápis no lixo, dar uma voltinha, esticar as pernas, dizer uma coisinha a um amigo, tudo isto na sala.

      Hoje, Deus me livre! Não permitiriam nem pouco mais ou menos. Portanto, acho que foi a nível de comportamento que se deram as maiores alterações.

     A minha principal descoberta de estudo é bem clara: ESTUDAR!

     Se estudares, focado e concentrado, tu chegas longe! Por exemplo, em HGP, leio e digo, como se estivesse a ensinar a alguém.

     De forma geral, acho que o 5º ano foi "fácil" e não fácil.

    Quanto mais se envelhece, (não que seja velho, aliás fiz 11 anos há dois dias) parece-me que a minha vida passa mais rápido, e, para mim, é uma pena. Como diz o meu pai, um dia destes acordas e "estás-te a casar" - e pensar nisso mete-me medo.

     As coisas que adio, as muito mais importantes que não queria, mas hei-de adiar,...ainda posso dar por mim e já não estar cá, com as coisas ainda por fazer. Tenho medo que a minha vida me escape por entre os dedos.

     E às vezes penso: "- Só vivo uma vez (sempre com respeito para com os Indianos) não vou esperar adiar e adiar e adiar, faço já!"

    Mas que faça com gosto. Às vezes há aquela coisa de "posso fazer agora, mas irei fazer sem gosto" ou "fazer noutro dia com gosto".

     O "gosto" que pode nunca vir ou vir num dia sem tempo; às vezes procuro a altura perfeita que nunca vem, e, às vezes, vem, mas eu não aproveito.

    Sobre as minhas notas e eu, por ter entrado para o quadro de honra  - modéstia à parte - acho que me tornei um bom aluno (claro está, não que eu fosse mau) mas senti a diferença, como já tinha abordado acima.

Vasco S 5ºA

     

 

Açores

 

Ookaboo.com Original Source

 

     Estávamos nas férias da Páscoa, um período de que eu gosto (quem é que não gosta de umas férias?) , era fim de semana, e a minha família estava na praia do Guincho (eu também); e estávamos com uma tia minha e os filhos desta, quando a minha mãe disse a mim e à minha irmã:

     Amanhã, acordaremos às 3 da manhã para ir ver uma chuva de estrelas.

     Quando eu digo 3 da manhã, é três da manhã mesmo, não é uma forma de expressão).

     Eu pensei logo: “ – Que raio de ideia, que estupidez!”

     Quando chegamos a casa, fomos logo para a cama; que longo dia ia ser o próximo!

     A minha mãe certificou-se que eu e a minha irmã dormíamos como uma pedra e – presumo eu – fez as malas. (Agora que eu penso, nem sei bem o que é que a minha mãe fez, nunca lhe perguntei).

     TRIIIIM! TRIIIIM! Tocava o despertador: eram três da manhºa, claro está, eu não acordo com o despertador, então la veio a minha mãe acorar-me, não me lembro de toer tanto sono na vida, mas a excitação  era tal que quase não liguei a isso. Tinha umas olheiras quase tão grandes como um ex-ministro da s Fianaças português (é melhor não dizer nomes) e o resto da minha face estava completamente inadjetivável, parecia saído da série “The woalking deads”.

     Entramos no carro com uma grande excitação, mas quase vencidos pelo sono, as malas na bagagem como deviam estar lá fomos seguir viagem; andamos 30 minutos, não sei para onde.

     Encontrámos um candeeiro quase fundido e, como não conseguia encontrar  nenhuma estrela, mas queria acreditar naquilo, disse:

     - Olhem, uma estrela cadente!

     Não posso vir com desculpas, é preciso admitir, foi um grande erro!

     A minha irmã apressou-se a responder:

     - É um candeeiro fundido.

     - Aquilo? Alguma vez?

     - Mãe, aquilo é um candeeiro meio fundido, que está a piscar, não é? – ripostou a minha irmã.

     - Sim, é-

     Foram todos a brincar com esse facto o resto da viagem.

     Mais viagem, mais viagem…. e nós vencidos pelo sono, não pensávamos :”- Onde nos levariam?”

     Entramos num edifício, mas só passado imenso tempo é que percebi: “- Isto é o Aeroporto!”

     Havia filas sem fim, mas o tempo passou a correr.

     A minha  mãe disse:

      - Vamos aos Açores!

     Entramos no avião e, passados 40 minutos de termos descolado, ouvimos uma voz esganiçada:

      - Senhores passageiros, teremos de voltar a Lisboa devido a um problema nos flops. Pedimos desculpa pelo incómodo.

     (“Flops" ou "Flaps”, não percebi).

     Estivemos duas horas na pista de descolagem e só então voltamos a descolar.

     Chegamos aos Açores por volta das seis da tarde, quando era suposto chegarmos às 2h 30m (ou uma coisa do género).

     Fomos à Lagoa das 7 Cidades, e visitámos  “essas coisas”que são muito engraçadas.

     Então, uma das minhas atividades preferidas foi ir ao estádio de futebol e depois à sede do Santa Clara. Não que eu aprecie especialmente esse Clube, mas gosto das visitas.

     O que mais me marcou foi a simpatia dos pessoas, lembro-me de uma vez num restaurante em que o meu pai perguntou ao empregado o caminho para uma dessas maravilhosas lagoas e o empregado responder, mas o senhor da mesa do lado, disse que tinha ouvido a conversa e que o caminho mais bonito era  tal, tal.

     Acho que a harmoni é o prmerio passo para a flicidade, e não é como uma cidade em que cada pessoa olha por si e anda toudo a correr de um lado paro o outro não é também como a maneira “leve, leve” ou “deixa andar” de S. Tomé e Príncipe,  e as pessoas têm mais tempo para estarem umas com as outras e é como se cada pessoa fosse familiar.

     A nível gastronómico, comi bife de tubarão, num restaurante do outro lado da rua da sede do Santa Clara.

     Por falar em tubarão, o  meu pai foi um dia à praça e perguntou se tinham tubarão; e o senhor respondeu:

      - Pois claro! – (se calhar eu estou a abusar e ele disse antes: “- Sim”).

     Então ele disse:

     - Sigam-me.

     Entramos numa arca congeladora com um tubarão de cerca de 2m deitado, mas que festa!

      Foi fotografias e fotografias, como se tivéssemos encontrado o Barack Obama no rex 4.

     Não era bem assim, o tubarão era mais carne de tubarão do que tubarão mesmo, mas assim foi melhor.

     O único problema das coisas boas é que acabam e isto não foi exceção. Nós lá tivemos de ir embora e a lição mais importante, acho que é: a harmonia é a primeira passo para a felicidade.

     Adorei a viagem e o mais importante é a humildade. O melhor foi a surpresa!

Vasco S   5A

     

     

 

 

31 e 1

 

 

 

imagem: wp clipart 

 

     Lembro-me como se fosse ontem, quando as férias começaram, mas não foi, aliás, ontem, recomeçaram as aulas… Socorro!

     Há uma grande diferença das férias para o tempo de escola: nas férias acordava raramente antes do meio-dia; quando cheguei à escola, fiz um esforço desumano para me aguentar de pé; é que eu tinha feito um projeto de, no último dia de férias, às 21h 30, estar na cama…mas falhou.

     Era por volta das 21h, e, como na véspera, tinha dormido em casa dum amigo, fui buscar o pijama à sala; os meus pais estavam a começar a ver um filme e eu lá fiquei, especado à frente do écran, até às 23h.

     Um acontecimento caricato foi na passagem de Ano: na vila onde eu vivo, estava nevoeiro e não se viu o fogo-de-artifício!

     Dia um, a festa continuou: como a minha avó fez anos, a caminho de Lisboa, fomos pela marginal e levamos com uma onda em cima do carro.

     Foi assustador, mas divertido.  Fomos muito bem servidos em casa da minha avó: a entrada eram camarões de mais ou menos 13 cm! Eu comi mais ou menos sete e não comi mais nada.

    Estavam lá a minha prima mais nova (4 anos) e jogámos às escondidas – foi um pouco injusto.

    Gostei muito dos dias 31 de Dezembro e 1 de Janeiro.

 

 

Vasco S 5A

 

 

 

 

 

Imagem: wp Clipart

      Seria verdade que a Terra estava a ser invadida por Aliens?

     Não sei, isso não importa, era um momento de desespero, era preciso tomar medidas drásticas, era urgente detê-los, mas como?

     Armadilhas, emboscadas, qualquer coisa servia. Não sabíamos o que fazer, era preciso agir rápido.

     Polícias e ladrões, tudo estava reunido em volta daqueles misteriosos seres. Como tinham vindo cá parar? Porquê? Estavam todos fascinados com aquela maravilha!

     Eram castanhos, magros, já como o Steven Spilberg nos fez acreditar, mas eram aterradores. A Polícia tentou de tudo: de nada serviu. Mas algo de surpreendente aconteceu. O que viram deixou-os com os olhos esbugalhados: uma marcha de E.T. a anunciarem que vinham em paz!

     Era a Natureza a funcionar, era um pedido de Perdão, a bandeira branca ou uma armadilha?

     Uma vez que esta hipótese se revelou ser a verdadeira, foi a confusão total! A guerra durou anos, os Aliens venceram, os Humanos ficaram na escravidão.

     Sentia-me a abrir os olhos, as pestanas pesavam chumbo, vi a luz do sol a entrar pela janela, os pássaros a cantar, espreguicei-me, tão bom! Senti o pijama suado e a minha mãe a dizer para ir tomar o pequeno-almoço: que alívio!

     Contei logo a história, afinal todos têm baixos, riram-se muito.

     Eu não acredito que os E. T. existam; só em sonhos e em filmes; é preciso aproveitar a vida, percebi isso mais que nunca.

     Seria outra brincadeira do Orson Welles?

 

 

 

 Dar o Máximo de Nós

 

Imagens: AJU e B. A.

     O Porquinho mealheiro não tem vindo a engordar. Até pelo contrário, cada vez tem menos conteúdo tilintante: isso ajuda-nos a apoiar causas de caridade e oxalá vamos ser muito mais solidários.

     Lembro-me de causas que a minha família defendeu: o Banco Alimentar, a Campanha da AJU de oferecer gorros aos que realmente precisam, entre outras.

     Gostaria de continuar a apoiar Causas no futuro, mas ainda não as conheço. É fenomenal ajudar.

     Especialmente, com grupos, é melhor: duas cabeças pensam mais do que uma – não tem a ver com serem “duas”, não tem mal se forem mais: a união faz a força.

     Mas olhem para mim: tenho dez anos!!! Não posso participar em muitas Causas, mas faço o meu melhor.

   E não é preciso que sejam mesmo “causas” organizadas: podes, simplesmente, dar comida a um pobre que encontras na rua; nem tem de ser para pessoas carenciadas: dar o máximo de nós, ajudar um amigo, um conhecido… Dar o Máximo de Nós.

Vasco S 5A

 

 

 Natal...

 


Imagem: Hellas Multimedia

     O Natal já está à porta e, como sempre, vamos festejar todos em família e como Deus nos ensina.

     Almoço sempre com a minha família da Mãe e nunca nos sentimos tão unidos, esquecemos o resto e passamos umas horas em comunhão, é tão agradável!

     Assim, pelas cinco da tarde, já estamos a caminho de casa dos meus avós ou da minha tia; gosto muito do jantar, e, normalmente, vamos à Missa do Galo: umas horas bem passadas.

      Normalmente rezamos, na família do meu Pai, uma Avé Maria antes de abrir as prendas.

     Sentimo-nos sempre acariciados por um espontâneo carinho e, sem repararmos, há surpresas deslumbrantes que são obras de Deus. Como é que pessoas que mal conhecemos  e ali sentimos uma misteriosa liberdade? Não me perguntem, que não sei, são obras de Deus.

     Tão bom recordar… mas ainda é melhor começar a preparar o novo Natal: todos a enfeitar a casa, com o convívio… é mágico, lembramo-nos das criações infantis que eu e a minha irmã fazíamos na creche.

     Os presentes são cada vez menos – obra da crise – mas aprendemos a partilhar como Deus quer. O nosso coração desperta para a comunhão e a liberdade… sem palavras.

     Para este Natal, desejava que a minha Família tivesse saúde, uma vez que há quem não a tenha.

     Gostava, agora que já estou no fim, de mandar ao mundo uma simples mensagem:

A Agressão não é Solução.

Vasco S 5A

 

 

 

ANO NOVO, VIDA NOVA

 

Imagem: Quianarobinson

    Agora que já estou neste novo ano, já posso fazer coisas novas, especialmente em sítios deste lado, onde não podia ir; e quando tentava cá vir, acabava sentadinho até ao fim do intervalo, mas agora já começa a perder a graça estar sempre deste lado... 

     Quando a haver mais "stores", tem sido positivo, quase todos, como o de Matemática, o de Ciências, de Português, de HGP, entre outros, já sabem os nossos nomes, mas tenho de ensinar ao que me chama "coiso", "menino", "tu aí" e aponta para mim, para se referir a mim.

    Muitas matérias... mas habituo-me  à medida que o tempo vai passando; maneiras de estudar 100% novas, mas não me conheço, sou outro, faço os trabalhos no dia...estou outro, estudo focado...estou outro.

     A Turma é um bocado desmiolada, portanto não estamos muito compatíveis.

     Tenho pena de já não estar com a minha professora, tenho saudades, mas a vida vai seguir e "águas passadas não movem moinhos".

     Lembro-me da última quinta, salvo erro, em que havia imensos jogos com água e foi super-giro. Lembro-me também dos jogos, como o "quinze", que já não fazemos.

     Gostaria de entrar no Quadro de Honra, é esse o meu principal objetivo.

     Não posso dizer que não gosto da turma como é, assim desmiolada, mas não era crime contra mim se se juntasse...[...]

(Continua)

Vasco S 5A

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